Tudo inicia com uma ideia inovadora. O empreendedor percebe alguma necessidade ou oportunidade que o mercado ainda não esteja atendendo, ou percebe que tem em mãos algo que pode render um novo tipo de produto. É necessário, então, esquematizar a ideia.

Quando o empreendedor conseguir esquematizar de forma simplificada um modelo de negócio, ou mais de um modelo para a mesma ideia, é hora de conversar com alguns profissionais do mercado que possam dar uma opinião qualificada sobre o que o empreendedor pretende fazer.

Essa etapa deve ser aproveitada para imaginar um negócio que seja possível ser feito, interessante para o mercado e lucrativo ao empreendedor e seus possíveis sócios. Recomenda-se ouvir opiniões de profissionais diferentes, que possam sinalizar coisas diferentes.

Quando o empreendedor está confiante no modelo de negócio, deve verificar se consegue executar tudo sozinho ou se precisa de sócios. Sempre há profissionais e empresas interessados em colaborar na criação de novos produtos. Esses são conhecidos como investidores- anjo, profissionais geralmente experientes, inovadores, com experiência empreendedora e bem-sucedidos que se tornam sócios do empreendimento.

Para uma boa relação, é necessário estabelecer as regras que definirão o empreendimento desde o começo. Para isso é bom consultar um advogado e um contador, e que o contrato social contemple todos os direitos e obrigações, para evitar problemas financeiros e de gestão.

Se, analisando os prós e os contras, o empreendedor considerar que é válido buscar um investidor-anjo para o seu negócio, ele deve pegar seu protótipo, seu plano de negócios e buscar os investidores que podem ser encontrados nas redes, em eventos voltados para startups, em apresentações, cursos ou competições. Quanto mais exposição o empreendedor conseguir, maior será a chance de ele encontrar o investidor certo para o negócio.

A formalização da empresa pode ser a maneira mais simples e segura de contratar a participação do investidor-anjo na startup, principalmente se já foi passada a fase da“dúvida”– e se tem certeza e prazo para a empresa entrar no mercado. Caso a startup ainda esteja muito embrionária e não haja previsão para lançamento da empresa no mercado, a formalização da participação do investidor no (futuro) negócio pode se dar por um contrato entre as partes.

Os Investidores-Anjo

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