Para onde estou caminhando?

Você sabe o que quer para o futuro do seu e-commerce? Entre os seus objetivos de sua Startup está o aumento de conversões? O desenvolvimento da sua loja? A relevância da sua marca? Se alguma das respostas é sim, “mais dia, menos dia” o marketplace vai cruzar o seu caminho.

E para ajudá-lo a decidir se o tipo de operação marketplace é vantajoso para o seu negócio e se encaixa na sua estratégia de atuação, vamos abordar o tema sob o seu ponto de vista: o lojista e-commerce frente ao operador marketplace, frente ao consumidor e frente a sua própria posição. Quem vai nos acompanhar nessa “trilogia” é o gerente de marketplace, Diego Lindner.

O e-commerce frente ao marketplace

Tudo começa na escolha da operadora marketplace. “Muita atenção na hora de optar por um modelo e por um parceiro de operações, tenha bem claro e entendido quais são as políticas e os posicionamentos da operadora e se elas coincidem com as diretrizes do seu e-commerce e dos seus produtos”, destaca Lindner, “conhecer as cláusulas contratuais é dever de casa. É preciso ter certeza que os direitos e os deveres de cada uma das partes estejam alinhados, claros e muito bem definidos”.

É sabido que a modalidade tem um comissionamento alto e que em alguns casos ainda existem taxas adicionais, mas a operadora oferece benefícios como treinamentos e consultorias, e afinal, é a operadora quem assume os riscos da atividade e das transações online, entre eles o temido chargeback.

Considere também que plataformas marketplaces, com nomes já consolidados no mercado, têm a rara característica de agregar valor para o e-commerce:

“Existe um grande ganho de credibilidade frente ao diversificado e vasto fluxo de usuários, a visibilidade em buscas orgânicas aumenta e há novas maneiras de captação de clientes.” A dica do especialista é “coloque tudo na ponta do lápis e negocie!”

Parceiro escolhido, o e-commerce passa a atuar em uma vitrine onde milhões de possíveis novos clientes agregam ganhos de visibilidade, escalabilidade e desenvolvimento da marca. “A parceria permite ao e-commerce usufruir de benefícios como campanhas de marketing, sistemas antifraudes, ferramentas de gestão e diversas formas de pagamento, tudo isso mediante investimentos relativamente menores se comparados aos do mercado.

Uma grande vantagem é o recebimento dos repasses, que são feitos à vista mesmo nas vendas parceladas. Mas como os valores são repassados em ciclos é preciso observar se repasses mensais são uma boa opção ou se o melhor é negociar repasses quinzenais.”

Outro ponto que não pode ficar de fora na balança e-commerce versus marketplace é o acesso a informações. “Dá mesma forma que sua empresa compartilha alguns dados, ela também os recebe e – através das informações de busca e de navegação – passa a ter mais consciência e conhecimento sobre o perfil do consumidor e da concorrência. É uma grande oportunidade para traçar estratégias, ganhar competitividade, relevância e, claro, tornar-se referência”.

O que mais é necessário ressaltar? “De modo resumido, essas são as informações de maior peso para o e-commerce frente ao marketplace. Mas ainda é necessário atentar para pontos importantes frente ao consumidor e frente ao próprio e-commerce”.

Essas informações serão disponibilizadas em mais dois artigos com as colocações do gerente de marketplace, Diego Lindner: “O e-commerce frente ao consumidor” e “O e-commerce, uma auto análise!”

Marketplace: sim ou não? O e-commerce frente ao marketplace

Fonte: ecommercebrasil.com.br


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